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Banco americano prepara-se para efetuar diversas demissões

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O Goldman Sachs (GSGI34), importante banco americano vêm preparando-se para efetuar diversas demissões, segundo fontes como o The New York Times e CNBC (canal de televisão).

A princípio, observa-se que uma das motivações para os cortes seria a diminuição no ritmo de acordos que o banco participa, além das incertezas sobre a economia americana.

Nesse sentido, ainda vale ressaltar que a empresa reportou um lucro mais fraco em Julho, que foi justificado pelo cenário macroeconômico.

Conforme reportado pelo Mercado Hoje – UAI, o lucro líquido ficou na casa dos US$ 2,93 bilhões no último trimestre. Tal dado é 47% inferior ao número do 2T21.

Entenda a situação do Goldman Sachs

Além do mencionado, diz-se que que os desligamentos podem começar ainda esse mês e deve afetar funcionários de diversos setores do business.

Sabe-se que a instituição financeira realizava cortes anualmente com base na performance de seus ativos humanos. Entretanto, tal política foi posta de lado temporariamente durante a pandemia, período no qual acordos estavam a todo vapor (recorde de acordos fechados).

Antigamente, essa medida era responsável pela diminuição de 1% a 5% do corpo de empregados.

Alguns dos motivos para tal decisão do banco pode ter relação com a atual inflação dos Estados Unidos. Com a alta desse indicador, órgãos do sistema financeiro do país vêm aumentando os juros para conter o “ladrão de dinheiro”, mas isso prejudica o ambiente de negócios (como fusões e aquisições, que o banco auxiliava).

Ademais, há inclusive preocupações com a incidência de uma recessão na economia da América.

Ainda, menciona-se as demissões de empresas dos Estados Unidos como Tesla, Netflix e Ford.

A montadora de Elon Musk desfez-se de 200 funcionários devido à preocupação com uma recessão da economia além de problemas relacionados com a escassez de fios semicondutores.

Já a Netflix abriu mão de centenas de colaboradores em resposta à diminuição do crescimento da receita.

A Ford teve desligamentos de 3 mil funcionários. Veja mais aqui.

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