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Ações

Porto Seguro (PSSA3) vai pagar R$ 397,5 milhões em JCP

Filipe Andrade

Publicado

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Porto Seguro (PSSA3) pagar R$ 397,5 milhões JCP

A Porto Seguro (PSSA3) divulgou fato relevante sobre a aprovação do pagamento de JCP no valor total de R$ 397,5 milhões. Além disso, a reunião do Conselho de Administração realizada em 24 de agosto de 2022 aprovou a deliberação referentes aos resultados do exercício do ano de 2022.

Bem como, o valor unitário por tipo e classe de ação será de R$ 0,62330389068 por ação ordinária (ON). Ainda mais, o anúncio foi feito pelo Diretor de Relações com Investidores, Roberto de Souza Santos.

Os Juros Sobre Capital Próprio (JCP) é uma das formas de uma empresa distribuir o lucro entre os seus acionistas, titulares ou sócios. Entretanto, haverá retenção de 15% de imposto de renda na fonte.

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Porto Seguro (PSSA3) informa prazo para pagamentos

Segundo a companhia, a data COM para ter direito aos proventos é 29 de agosto. Entretanto, aqueles que comprarem no dia 30 de agosto estarão negociando as ações na data EX.

Ainda mais, a seguradora informou que o pagamento será realizado até 30 de maio de 2023. O valor é bruto e não isento de imposto de renda, conforme a legislação vigente.

Além da Porto Seguro as empresas, Vivo (VIVT3) Direcional (DIRR3)Rede D’Or (RDOR3)Maxion (MYPK3)Compass (PASS3)Sanepar (SAPR11)Lojas Renner (LREN3)MRV (MRVE3)Telefônica (VIVT3) também vão distribuir proventos aos acionistas.

Divulgação indevida é notificada pela CVM

No final da tarde do dia 22 de março a CVM notificou a Porto Seguro (PSSA3) por divulgação indevida de expectativas de mercado. A falta da empresa, no caso, seria por ter divulgado primeiro para os jornais, não comunicando fato relevante. A empresa se posicionou, afirmando que “a referida informação não deve ser considerada como projeção ou estimativa para a tomada de decisões de investimento”.

A informação vou atestada pelo diretor de Relações com Investidor, Roberto de Souza, que esclareceu que este é factualmente um dos objetivos da empresa. No entanto, Souza também afirmou em resposta à CVM que a informação não dependia unicamente da empresa ou continha dados numéricos suficientes para constar como fato relevante.

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