Criptomoedas

Bitcoin tem pior desempenho em uma década

O Bitcoin tem seu pior desempenho para um trimestre em uma década com uma desvalorização de US$ 1,2 trilhões, uma queda de 58%. Além disso, os investidores esrtão fugindo de ativos de risco devido aos constantes aumentos de juros em vários países do planeta.

A baixa do Bitcoin, a criptomoeda mais conhecida no mundo, foi cerca de 58% de abril a junho de 2022. Nesse sentido, cerca de US$ 1,2 trilhão foi perdido no mercado de criptoativos.

Essa é a maior baixa desde o terceiro trimestre de 2011, quando a moeda virtual ainda estava engatinhando no mercado financeiro.

Entretanto, desde esse período, a moeda teve muita volatilidade com vários altos e baixos, com o valor de mercado das criptomoedas subindo para atingir o pico de US$ 3 trilhões. Do mesmo modo, à medida que passaram a ser mais aceitas em um mercado com taxas de juros baixos que estimulavam a tomada de riscos.

Por que o Bitcoin está caindo tanto?

O Bitcoin está despencando. A principal criptomoeda do mundo atingiu 8 semanas de desvalorização, maior queda consecutiva desde 2009. Mas a questão é: Por que o Bitcoin esta caindo tanto?

O ativo caiu de uma alta próxima a US$ 70 mil (cerca de R$ 360 mil) por bitcoin em novembro de 2021 para pouco acima de US$ 20 mil (R$ 100 mil) agora, em junho de 2022. O preço das demais criptomoedas também estão caindo bastante.

Primeiramente, vale destacar que não é somente o mercado de criptoativos que está sofrendo problemas. Existe um risco crescente de recessão econômica, a inflação e os juros estão subindo e o custo de vida está piorando em diversos países.

Nesse panorama, um dos motivos das sucessivas quedas das criptomoedas em 2022 é o aperto monetário americano, que afeta toda economia mundial.

Fundo aposta na queda de criptomoedas

Boas notícias para aqueles que acreditam que o desmoronamento das criptomoedas ainda não terminou. A bolsa de NY lançou um novo ETF que traz lucro com a desvalorização do Bitcoin. O Fundo que aposta na queda do Bitcoin estreia com alta, e tem valorização de mais de 3% nas ultimas 24 horas. 

A maior criptomoeda do mundo caiu de uma alta próxima a US$ 70 mil (cerca de R$ 360 mil) por bitcoin em novembro de 2021 para pouco acima de US$ 20 mil (R$ 100 mil) agora, em junho de 2022. 

Após o declínio de mais de 70% desde seu pico em 2021, a empresa ProShares anunciou o lançamento de um ETF para investidores que acreditam que o Bitcoin pode despencar ainda mais. Com o código BITI, o produto foi lançado ontem e apresenta valorização de mais de 3% nas ultimas 24 horas.

Filipe Andrade

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