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Reserva de ações da Eletrobras (ELET6) começa hoje

O período de reserva de ações da Eletrobras (ELET6) por investidores começa hoje dia 03/06 e vai até o dia 08/06. Além disso, investidores podem realizar reserva diretamente ou indiretamente com o uso do FGTS através de fundos mútuos de privatização (FMPs).

A privatização da Eletrobras foi aprovada em 18 de maio pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Ainda mais, a operação poderá movimentar cerca de R$ 35 bilhões.

Reserva de ações da Eletrobras

Os investidores interessados na aquisição podem aportar de R$ 200, valor mínimo, até o máximo de 50% do saldo do FGTS. Do mesmo modo, a precificação da ação vai ser definido no dia 9 de junho.

Adicionalmente, o trabalhador interessado em ter acesso aos papéis da estatal usando os recursos do FGTS deve acessar os canais da Caixa Econômica Federal, via aplicativo ou nas agências bancárias. Nesse sentido, os interessados também podem solicitar via assessoria de investimento de corretoras de valores.

Distribuição de dividendos bilionários

Eletrobras (ELET6) realizou sua assembleia geral e anunciou que vai distribuir cerca de R$ 1,340 bilhão em dividendos. Além disso, 62ª Assembleia Geral Ordinária aprovou a atualização dos dividendos com base na variação positiva da taxa SELIC, pro rata temporis, desde 31 de dezembro de 2021 até a data do efetivo pagamento.

Bem como, os valores, por ação, atualizados dos respectivos dividendos serão oportunamente divulgados por ocasião de seu pagamento.

Segundo a empresa, a data COM para ter direito aos proventos é 22 de abril. Entretanto, aqueles que comprarem ações a partir de 22, ou seja em 25 de abril estarão operando na data EX.

Ainda mais, a Eletrobras informou que realizará o pagamento dos dividendos até 31 de dezembro de 2022.

TCU delibera a favor de privatização

No dia 15/02, o Tribunal de Contas da União (TCU) deliberou favor da privatização da Eletrobrás (ELET6). O colegiado determinou, no entanto, que se atentasse para certas determinações a serem cumpridas pelo Ministério de Minas e Energia (MME). O relator do processo foi o ministro Aroldo Cedraz.

Dentre as demandas feitas pelo TCU, recomendou-se que o Ministério tenha outros referenciais de preço de energia elétrica para futuras concessões. Outra decisão foi sobre a transparência de informações: o colegiado determinou que estudos sobre o impacto dessa medida sejam amplamente publicados até 30 dias depois da determinação.

Filipe Andrade

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