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Burger King (BKBR3) não vai mais ser vendido

Filipe Andrade

Publicado

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Burger King (BKBR3) não vai mais ser vendido

O Burger King (BKBR3) não vai ter sua dona, a empresa Zamp, vendida ao fundo soberano Mubadala. Além disso, o fundo dos Emirados Árabes se diz surpreendido por poison pill imposta pela controladora mundial da franquia.

Nesse sentido, o anúncio da desistência oficial do Mubadala, aconteceu nesta sexta-feira 23 de setembro de 2022. Ainda mais, a informação foi divulgada pelo Diretor de Relações com Investidor, Gabriel Magalhães da Rocha Guimarães.

Com isso, o Mubadala, destaca que foi surpreendido, junto dos demais acionistas da Zamp pela atitude da RBI. Com isso o fundo afirmou também não possuir nenhum outro investimento local no setor de atuação em questão.

Adicionalmente, a tentativa de compra criou polêmicas nesta semana. Com isso, as duas empresas trocaram cartas com divergências sobre a possibilidade da aquisição, com o temor de que Restaurant Brands International (RBI), dona mundial das marcas Burger King e Popeys, encerrasse o contrato direito de uso destas no Brasil pela Zamp no caso de a venda ser fechada.

Do mesmo modo, o RBI se manifestou e defendeu que a transação poderia, realmente, violar cláusulas restritivas do contrato de uso das marcas no Brasil. Entretanto, a participação do fundo Mubadala em outras redes de franquias poderia atrapalhar o negócio.

Burger King Brasil divulgou que poderia ser vendido para fundo

Zamp S.A (BKBR3) empresa proprietária da marca Burger King no Brasil, anunciou que recebeu uma proposta de aquisição de controle do fundo Mubadala com potencial de movimentar quase R$ 1 bilhão.

Assim, a Mubadala Capital lançou no dia 30 de julho de 2022 a OPA (proposta) visando a aquisição de 45,15% das ações. Com isso, o preço seria de R$7,55 por ação. Desta forma, caso haja sucesso da OPA, a Mubadala Capital passará a deter 50,10% do capital social.

A companhia informou que recebeu correspondência da MC Brazil F&B Participações, controlada da Mubadala Capital LLC, informando que apresentaria uma oferta pública voluntária de aquisição (OPA) do controle da companhia.

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