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Ibovespa fecha em queda com setor de energia e bancário

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alta da bolsa graças a BBAS3 e setor de bancos

Outros setores que impactaram negativamente foram bancos, enquanto atividades relacionadas ao ambiente outdoor subiram com anúncio de fim da emergência sanitária.

O índice Ibovespa amargou quarto dia consecutivo de queda hoje, 19/04. O movimento foi agravado pelo setor de energias no país, que liderou as baixas do dia. Entre elas, Cemig (CMIG4) e Eletrobrás (ELET3, ELET6) ocuparam três das cinco maiores quedas, com perdas de -5,84%, -4,40% e -3,30%. Além disso, bancos também ajudaram a forçar o índice para baixo.

Com a exceção do Banco Inter (BIDI11), que anunciou em fato relevante que considerava o retorno para a Nasdaq, Itaú (ITUB3), Bradesco (BBDC4) e Banco do Brasil (BBAS3) caíram. As companhias tiveram queda de -1,77%, -1,30% e -3,53%, respectivamente. Por outro lado, o Banco Inter (BIDI11) teve alta de 9,15%, maior registrada na bolsa hoje.

Petrobrás (PETR3, PETR4) segura queda do Ibovespa

A queda poderia ter sido mais acentuada, porém a alta de Petrobrás (PETR3, PETR4) de 1,73% e 3,03%, respectivamente, ajudou a segurar o índice. O movimento ocorreu devido a maior interesse internacional na empresa. Ademais, a entrada de capital também levou a queda do dólar hoje, a R$ 4,67.

Outras altas do dia

Em anúncio, o Ministério da Saúde anunciou encerrada a situação de emergência no país. A medida impunha sanções, barreiras sanitárias e normas especiais de contratação de empresas e compras de medicamentos. Portanto, a suspensão dessa medida torna empresas relacionadas a atividades outdoor mais atrativas. Soma (SOMA3), BR Malls (BRML3) e JHS (JHSF3) tiveram, como resultado, altas expressivas: 7,66%, 6,92% e 6,21%.

HCTR11 recupera parte da perda de ontem

Por outro lado, avaliando os fundos imobiliários, o HCTR11 e os demais fundos que ficaram presos entre as notícias tiveram recuperação hoje. DEVA11, TORD11, VSLH11 e HCTR11 subiram, respectivamente, 3,41%, 4,08%, 2,55% e 7,49%. Movimento é natural após desempenho brusco de fundos imobiliários.

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