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Qual a melhor cidade do mundo para se viver: Veja lista

Filipe Andrade

Publicado

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Qual a melhor cidade do mundo para se viver: Veja lista

Quando surge a pergunta qual a melhor cidade do mundo para se viver, muitas pessoas logo pensam em lugares com qualidade de vida elevada, segurança e boas oportunidades.

Todos os anos, a Economist Intelligence Unit (EIU), braço de pesquisas da renomada revista britânica The Economist, divulga um ranking que responde exatamente a essa dúvida.

O levantamento avalia 173 cidades em diferentes continentes, analisando aspectos como saúde, educação, segurança, infraestrutura e meio ambiente.

Afinal, qual a melhor cidade do mundo para se viver em 2025?

Neste ano de 2025, Copenhague, na Dinamarca, conquistou o topo da lista, desbancando a tradicional líder Viena, na Áustria.

Essa mudança surpreendeu muita gente e reforçou o interesse global em saber qual a melhor cidade do mundo para se viver.

Logo atrás de Copenhague, aparecem cidades como Viena, Zurique, Melbourne, Genebra e Sydney, todas conhecidas pela excelente qualidade de vida.

Abaixo, confira as dez primeiras colocadas no ranking:

  1. Copenhague, Dinamarca
  2. Viena, Áustria
  3. Zurique, Suíça
  4. Melbourne, Austrália
  5. Genebra, Suíça
  6. Sydney, Austrália
  7. Osaka, Japão
  8. Auckland, Nova Zelândia
  9. Adelaide, Austrália
  10. Vancouver, Canadá

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Por que Copenhague se tornou a melhor cidade do mundo para se viver?

Primeiramente, Copenhague se destacou por alcançar pontuações máximas nos critérios de segurança, educação e infraestrutura.

Embora a cidade tenha mantido a mesma nota de 2024, os problemas de segurança em outras partes da Europa permitiram que a capital dinamarquesa subisse ao primeiro lugar.

Além disso, a cidade foi poupada de distúrbios e ataques que afetaram seus vizinhos europeus, o que reforçou sua posição como a mais habitável do mundo.

Outro ponto importante foi a consistência dos serviços públicos e a qualidade de vida oferecida aos moradores.

Ainda que Copenhague tenha recebido críticas por suas políticas em relação aos imigrantes, os dados estatísticos usados pela EIU consideram fatores objetivos, o que garantiu a liderança da cidade no ranking.

Quais fatores derrubaram Viena na classificação?

Por outro lado, Viena perdeu pontos no critério de segurança, o que a tirou da liderança. Em 2024, a cidade enfrentou ameaças terroristas, incluindo uma ameaça de bomba antes dos shows da cantora Taylor Swift.

Além disso, houve a descoberta de um plano de ataque a uma estação de trem, o que afetou diretamente a pontuação de estabilidade da capital austríaca.

Mesmo sendo reconhecida por sua qualidade de vida, infraestrutura impecável e excelente transporte público, Viena não conseguiu manter o primeiro lugar.

Ainda assim, continua sendo uma das cidades mais desejadas por quem busca qualidade de vida na Europa.

Mudanças importantes no ranking global de qualidade de vida

Além da disputa entre Copenhague e Viena, outras cidades também tiveram variações significativas no ranking.

Por exemplo, Zurique e Melbourne permaneceram entre as cinco primeiras, graças a melhorias contínuas em infraestrutura e serviços de saúde.

Enquanto isso, Genebra e Sydney também mantiveram boas posições, mesmo diante de alguns desafios regionais.

Por outro lado, várias cidades da Europa Ocidental enfrentaram quedas expressivas. Londres, Manchester e Edimburgo, por exemplo, sofreram com protestos violentos da extrema-direita em 2024, o que impactou negativamente suas notas.

Além disso, as cidades canadenses Calgary e Toronto também caíram no ranking, principalmente devido à sobrecarga no sistema nacional de saúde.

Al Khobar surpreende com maior salto no ranking

Curiosamente, a cidade de Al Khobar, na Arábia Saudita, apresentou a maior subida no ranking de 2025.

Ela alcançou a 135ª posição, impulsionada por investimentos pesados em saúde e educação promovidos pelo governo saudita.

Essa melhora demonstra como investimentos públicos bem direcionados podem transformar a qualidade de vida urbana em poucos anos.

Ainda assim, mesmo com esse avanço, Al Khobar ainda está longe das líderes globais, mas a tendência é de melhora contínua.

Damasco segue na última posição

Enquanto algumas cidades avançam, outras continuam enfrentando enormes desafios. Damasco, na Síria, permaneceu na última posição da lista, com uma pontuação muito baixa em praticamente todos os quesitos avaliados.

Apesar de uma recente mudança de regime em 2024, os serviços básicos de saúde continuam precários, e a instabilidade política permanece como um problema grave.

Por isso, a cidade ainda é considerada a menos habitável do mundo, segundo o relatório da EIU.

Críticas ao método de avaliação do ranking

Contudo, é importante lembrar que o ranking da Economist Intelligence Unit não é livre de críticas.

Muitos especialistas apontam que a metodologia é excessivamente focada em dados objetivos, deixando de lado aspectos mais subjetivos da qualidade de vida.

Por exemplo, a lei aprovada na Dinamarca que classifica bairros com mais de 50% de moradores não ocidentais como “guetos” foi vista como discriminatória.

Recentemente, um assessor do principal tribunal da União Europeia considerou a medida injusta, levantando debates sobre inclusão e direitos humanos.

Mesmo assim, o ranking continua sendo uma referência importante para empresas, governos e indivíduos que buscam entender qual a melhor cidade do mundo para se viver.

Como é feita a avaliação das cidades?

Para chegar ao resultado final, a EIU utiliza cinco categorias principais de análise:

  • Segurança: Avalia os índices de criminalidade, ameaças terroristas e estabilidade social.
  • Educação: Considera o acesso e a qualidade das instituições de ensino.
  • Infraestrutura: Analisa transporte público, fornecimento de energia e qualidade das vias urbanas.
  • Saúde: Examina o acesso e a qualidade dos serviços médicos.
  • Cultura e Meio Ambiente: Inclui opções de lazer, qualidade do ar e áreas verdes disponíveis.

Cada cidade recebe uma pontuação de zero a cem em cada critério. Por fim, essas notas são combinadas para formar o índice de habitabilidade global, que determina qual a melhor cidade do mundo para se viver.

Qual a melhor cidade do mundo para se viver: Conclusão e tendências para os próximos anos

Em resumo, a resposta para a pergunta “Qual a melhor cidade do mundo para se viver” em 2025 é Copenhague.

A capital dinamarquesa assumiu o topo do ranking graças à sua segurança, infraestrutura e educação de alta qualidade.

No entanto, as mudanças constantes no cenário global indicam que esse ranking pode sofrer novas alterações nos próximos anos.

Fatores como terrorismo, mudanças climáticas, migrações em massa e políticas governamentais tendem a influenciar os resultados futuros.

Além disso, o desempenho de cidades como Al Khobar mostra que investimentos públicos podem transformar realidades urbanas rapidamente.

Por fim, mesmo com as limitações do método, o relatório da EIU continua sendo uma das principais fontes globais para quem busca entender qual a melhor cidade do mundo para se viver.

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