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Educação Financeira

Saúde Financeira em apuros? Descubra sua situação agora

Filipe Andrade

Publicado

em

Saúde Financeira em apuros? Descubra sua situação agora

Você sabe como está a sua saúde financeira? Para descobrir, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), com o apoio técnico do Banco Central (BC), desenvolveu uma calculadora digital. Nesse sentido, essa ferramenta, conhecida como Índice de Saúde Financeira do Brasileiro (I-SFB), está disponível online.

De tal forma que, através da resposta a 15 perguntas relacionadas, a calculadora atribui uma pontuação de 0 a 100.

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Com base nessa pontuação, a ferramenta classifica o nível de saúde financeira do usuário em sete faixas. Que pode ser: “ótima”, “muito boa”, “boa”, “ok”, “baixa”, “muito baixa” e “ruim”.

Como medir a saúde financeira

Para medir sua saúde financeira, basta clicar no link do I-SFB e responder às perguntas. As questões abordam diferentes aspectos da vida financeira dos brasileiros.

De acordo com a Febraban, a saúde financeira média dos brasileiros diminuiu ligeiramente nos últimos dois anos. Essa constatação é baseada na segunda rodada da pesquisa que calcula o Índice de Saúde Financeira do Brasileiro (I-SFB). Nesse sentido, o índice foi desenvolvido pela Febraban com apoio técnico do Banco Central.

Segundo a ferramenta, a média geral caiu 1,2 ponto percentual, passando de 57,2 no final de 2020 para 56,0 no início de 2022, indicando uma certa piora na saúde financeira da população. Ainda mais, o índice é gratuito e qualquer cidadão pode acessá-lo em indice.febraban.org.br.

Explicação do Banco Central

“Esse índice é uma conquista da sociedade brasileira. Ter um critério de excelência que avalie as diversas dimensões da saúde financeira é essencial para o desenvolvimento de políticas públicas de educação e inclusão financeira, para o design e oferta de produtos bancários adequados às necessidades dos cidadãos, e para auxiliar os cidadãos a se autoavaliarem e melhorarem suas decisões financeiras”, afirmou Luis Mansur, do Departamento de Promoção da Cidadania Financeira (Depef) do Banco Central.

“Essa medição beneficia vários públicos: os cidadãos, que poderão tomar decisões financeiras mais informadas; o sistema financeiro, que poderá desenvolver e oferecer produtos bancários mais adequados às necessidades dos cidadãos; e o setor público, que terá informações mais sólidas para desenvolver políticas públicas de educação e inclusão financeira”, complementou Mansur.

Do mesmo modo, os números também mostram um efeito cascata, onde as pessoas passaram de uma faixa para outra entre a primeira e a segunda medição do I-SFB. De acordo com o indicador, as faixas que apresentam maior bem-estar financeiro (ótima e muito boa) diminuíram em relação à pesquisa anterior, enquanto as faixas inferiores (baixa, muito baixa e ruim), que vivenciam maior estresse financeiro, aumentaram.

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